Diversão e entretenimento por todos os cantos. O Catete é rico em opções de cultura, lazer e entretenimento. É bastante movimentado e é o bairro da Zona Sul com a maior concentração de museus da cidade: Museu da Republica, do Telefone (hoje Oi Futuro) e do Folclore.
Até o início do século XIX (época da chegada da família real portuguesa ao Rio de Janeiro, em 1808) o Catete ainda era um local pouco povoado. A ocupação do bairro foi facilitada pelo caminho que levava a Botafogo, prolongado na segunda metade do século XVIII. Depois desse prolongamento, muitas chácaras e olarias começaram a se estabelecer ao longo e à margem desse caminho.
O bairro do Catete já abrigou a sede do Governo Federal do Brasil
O palácio tornou-se sede em 1897, pelo qual já passaram 16 presidentes.
le foi cenário do suicídio do presidente Getúlio Vargas, em 1954, com um tiro no coração.
Vargas cumpriu sua promessa: “Só morto saio do Catete”.
Com a ida do Poder Executivo para Brasília, em 1960, o palácio virou um ponto histórico da cidade e abriga o Museu da Republica, salas de cinema e uma biblioteca com um vasto e raro acervo.
Machado de Assis Carmen Miranda José de Alencar
O Catete teve e tem ilustres moradores, figuras emblemáticas em diversas áreas, como política, música e literatura.
A palavra Catete tem origem indígena e dois significados são atribuídos a ela: “folha grande ou mato grosso” e “uma espécie de milho”. Catete é também o nome de um pequeno rio, um ramal do Rio Carioca, que tem como foz a praia do Flamengo.
A Igreja de N. Sra. da Glória
Foi construída no local onde já existia uma capela, a Nossa Senhora dos Prazeres. Era nessa capela que D. Carlota Joaquina, esposa de D. João VI, costumava confessar-se e, como dizia o povo, “devia ter muito para contar ao padre”. Foi ela quem mandou reformá-la em 1818.
A igreja fica no Largo do Machado. Originalmente, a região ocupada pelo Largo era uma lagoa, alimentada pelo Rio Carioca. A lagoa foi aterrada, dando lugar ao Largo (já chamado de Campo das Pitangueiras e Campo das Laranjeiras). Reza a lenda que ele passou a ser chamado de Largo do Machado devido a um açougueiro local que havia retratado um machado em frente ao seu estabelecimento como forma de publicidade.
Na década de 50, o Largo foi reformado segundo projeto paisagístico de Burle Marx.